polacodabarreirinha

Poesia, música, gracinhas e traquinagens

quarta-feira, julho 30, 2008



Poema ao Infinito

Dos meus olhos partem visões, é hora
E a vida, na válvula de sua vulva,
Flutua no cadafalso da dúvida
E não me dá a poesia de agora.

Sempre e sempre essa pressa ininterrupta
E o céu insiste em ficar do lado de fora.
Deixei para trás a aura da aurora
E lavei a alma na água da chuva,

Mas, Caim, caí mais uma vez na lama
E, cortando a língua de babel,
Compreendi a razão de quem ama.

Nenhuma palavra sob este véu,
A sabedoria da pele é prece
Ao infinito amor que o mundo merece!


Antonio Thadeu Wojciechowski




1 Comentários:

Às 30 julho, 2008 , Blogger cordova disse...

Thadeu, por favor entre em contato comigo. cordovafilho@gmail.com
Forte abraço
Jose cordova filho

 

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